Não poderia deixar de publicar esse breve artigo, porquanto
acredito ser muito interessante. Trata-se do sentido da expressão Tao, comumente utilizada nos arraiais
místicos.
Para tanto, transcreverei uma passagem do magnífico livro Fundamentos de Psicologia Analítica, do
eminente psicólogo suíço Dr. Carl Gustav Jung, que versa dessa forma (1972,
p.97):
...Meu amigo, McDougall tem um
aluno chinês e perguntou-lhe: “O que é Tao?” Atitude tipicamente ocidental. O chinês
explicou-lhe o que era, e o professor replicou: “Ainda não entendi”. Aí o aluno
foi até a sacada e perguntou: “O que o senhor está vendo?” – “Uma rua, casas,
gente andando, bondes, movimento”. “O que mais?” – “Árvores”. “O que mais?” – “O
vento está soprando”. O chinês abriu os braços e disse: “Isso é Tao”.
Na sequência, Dr. Jung acrescenta o seguinte comentário
sobre este excerto:
Então os senhores vêem. Tao pode
ser tudo. Uso uma outra palavra para designá-lo, mas ela é muito pobre. Chamo-a
sincronicidade.
Pois bem. Não posso alongar-me mais, mas fica aí a passagem
do livro e espero que cada interessado
tire suas próprias conclusões. Aconselho a leitura e estudo da obra.
Votos de paz profunda,
Rodrigo Freitas dos Santos.

É sempre um tapa na nossa cara, é assim que vejo. As coisas mais simples, que chamamos de redundantes estão presentes para nos proporcionar as maiores "lições de vida". Oportunidades para alavancarmos no processo evolutivo...
ResponderExcluirBeijos,
Flor